Última atualização: 12 de outubro de 2026
Vale para os grupos de WhatsApp cujos donos usam a ProtectZap e ligaram esta proteção.
Alguns grupos avaliam os pedidos de entrada de forma automática para dificultar a cópia da lista de participantes, que golpistas usam para chamar as pessoas no privado em nome da equipe do grupo. Um pedido pode ser aprovado, ir para revisão ou ser recusado. Se você acha que foi recusado por engano, pode pedir a revisão por uma pessoa, e a resposta sai em até 15 dias.
Em grupos grandes, como os de lançamento de cursos, golpistas entram, copiam a lista de participantes e chamam essas pessoas no privado fingindo ser da equipe, oferecendo desconto ou pedindo pagamento. A proteção existe para dificultar essa cópia e para avisar o dono do grupo quando ela acontece.
Quando alguém pede para entrar num grupo protegido, o pedido é avaliado pelo comportamento daquele número nos grupos do mesmo dono. Os motivos que podem pesar são destas categorias:
Com base nesses motivos, o pedido é aprovado, fica em revisão por um tempo ou é recusado. O dono do grupo pode escolher só acompanhar, sem recusar ninguém, e pode aprovar à mão quem foi recusado.
Alguns grupos também têm números de monitoramento: números da equipe que ficam no grupo como participantes comuns e que ninguém tem motivo para chamar no privado. Quando um deles recebe mensagem de alguém de fora, é sinal de que a lista foi copiada. Não informamos quais números são de monitoramento, porque isso anularia a proteção.
A proteção não lê as conversas dos grupos e não guarda mídia.
Os donos de grupo que escolhem participar compartilham uma base de números envolvidos no golpe, para que um número pego nos grupos de um seja barrado nos grupos dos outros. A força da prova define o efeito:
Recusa automática
Quando: o número chamou no privado números de monitoramento de um dono de grupo, e o dono confirmou que o número não é da equipe dele.
Efeito: o pedido de entrada é recusado nos grupos de quem participa.
Prazo: 180 dias desde a última vez.
Só um sinal
Quando: um dono de grupo apontou o número como provável responsável por uma cópia, ou 3 ou mais donos diferentes o denunciaram como golpista.
Efeito: nunca é recusado só por isso: o pedido vai para a revisão do dono do grupo.
Prazo: 90 dias desde a última vez.
A base não guarda o número de telefone: guarda uma impressão cifrada dele, feita com uma chave que fica fora do banco de dados. Mesmo assim, isso continua sendo dado pessoal (dado pseudonimizado), e todos os seus direitos valem.
Nenhum dono de grupo vê a base, nem sabe quais outros donos contribuíram. Um número que não volta a aparecer sai da base sozinho no fim do prazo. Quem usa a rede de forma indevida perde o acesso a ela, e tudo o que a conta contribuiu é apagado.
| Dado | Por quanto tempo |
|---|---|
| Resultado da avaliação de um pedido de entrada (motivos e decisão) | 180 dias |
| Contato recebido por um número de monitoramento: número de quem mandou, nome do perfil, data e hora e as primeiras linhas da mensagem | 180 dias |
| Impressão cifrada do número na rede antigolpe | 180 ou 90 dias desde a última ocorrência, conforme a seção 3 |
| Pedidos de revisão e a decisão tomada | 5 anos, para comprovar que o pedido foi atendido |
Legítimo interesse dos donos dos grupos e da ProtectZap em prevenir fraude e proteger os participantes (Lei Geral de Proteção de Dados, art. 7º, IX, e art. 10). Antes de ligar a rede, fizemos por escrito o teste de balanceamento entre esse interesse e os seus direitos, e o relatório de impacto. As provas recebidas pelos números de monitoramento também servem para o exercício regular de direitos, inclusive em processo judicial.
Se a recusa veio da avaliação de um grupo específico, e não da rede, quem decide é o dono do grupo: encaminhamos o seu pedido a ele e explicamos a categoria do motivo para você.
A proteção reduz o risco, mas não garante que nenhum participante seja abordado. A ProtectZap não é um produto oficial do WhatsApp. Mais detalhes na Política de Privacidade.